
Por Sandra Andrade
A decadência que assola as estruturas ferroviárias do Subúrbio de Salvador hoje, tem previsão para desaparecer. A oportunidade vem junto com as obras do metrô da cidade, que promete integrar o centro ao litoral oeste.
Algumas medidas de recuperação dos trechos e veículos, e melhorias no sistema de drenagem e das estações já foram feitas. Bem como, reformas no sistema elétrico, e criação de passarelas prioritárias. Ainda é muito pouco para uma região que possui 13,5 km de extensão e atende cerca de 15.000 passageiros por dia.
A proposta do governo para longo prazo é de elevar a quantidade de passageiros, reduzir a receita operacional, e inserir os trens urbanos novamente no sistema de transporte da cidade com a retomada da integração trem/ônibus, que já é conhecida pelos moradores mais antigos e funcionou até o ano de 1987, quando as ferrovias começaram a decair.
Nessa época, Salvador possuía estações que atendiam desde Paripe até o Bairro do Campo Grande, mas com o desenvolvimento urbano acelerado, a criação de novas avenidas e o aumento das empresas de ônibus , a ferrovia foi desativada na segunda metade da década de 90.
O retorno desta ligação entre o subúrbio e o centro da cidade, é necessidade dos usuários, que muitas vezes não tem condições de pagar a tarifa de R$ 2,00 cobrada pelos ônibus coletivos, em comparação aos R$ 0,50 gastos numa viagem de trem.
A decadência que assola as estruturas ferroviárias do Subúrbio de Salvador hoje, tem previsão para desaparecer. A oportunidade vem junto com as obras do metrô da cidade, que promete integrar o centro ao litoral oeste.
Algumas medidas de recuperação dos trechos e veículos, e melhorias no sistema de drenagem e das estações já foram feitas. Bem como, reformas no sistema elétrico, e criação de passarelas prioritárias. Ainda é muito pouco para uma região que possui 13,5 km de extensão e atende cerca de 15.000 passageiros por dia.
A proposta do governo para longo prazo é de elevar a quantidade de passageiros, reduzir a receita operacional, e inserir os trens urbanos novamente no sistema de transporte da cidade com a retomada da integração trem/ônibus, que já é conhecida pelos moradores mais antigos e funcionou até o ano de 1987, quando as ferrovias começaram a decair.
Nessa época, Salvador possuía estações que atendiam desde Paripe até o Bairro do Campo Grande, mas com o desenvolvimento urbano acelerado, a criação de novas avenidas e o aumento das empresas de ônibus , a ferrovia foi desativada na segunda metade da década de 90.
O retorno desta ligação entre o subúrbio e o centro da cidade, é necessidade dos usuários, que muitas vezes não tem condições de pagar a tarifa de R$ 2,00 cobrada pelos ônibus coletivos, em comparação aos R$ 0,50 gastos numa viagem de trem.
Segundo, Silvio Ribeiro, historiador e cidadão engajado em projetos no subúrbio, é importante comemorar o centenário das ferrovias, que constitui o meio de transporte mais econômico e seguro para a população. O projeto da Prefeitura ainda não vai até o centro, mas já prevê a extensão da linha até o Comércio e tem uma previsão de conclusão daqui a cinco anos.
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